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TV Globo transmite Itália x Bélgica pelas quartas de final da Eurocopa

(Reprodução)

Das 24 seleções que iniciaram a disputa da Eurocopa, em 11 de junho, 16 já voltaram para casa. E nesta lista estão os três times do Grupo F, considerada a chave mais difícil do torneio – França, Portugal e Alemanha – antes de começar a competição. A partir desta sexta-feira, dia 2, começam as quartas de final do torneio. Na TV Globo, logo após a exibição de “Ti Ti Ti”, em ‘Vale a Pena Ver de Novo’, Luis Roberto narra as emoções de Bélgica x Itália, ao lado de Ana Thais Matos, Junior e Sandro Meira Ricci. Excepcionalmente não será exibida a ‘Sessão da Tarde’ neste dia. O repórter Marcelo Courrege estará em Munique, na Alemanha, acompanhando todas as movimentações da partida, que também terá transmissão em sinal aberto para não assinantes no Globoplay e no ge.globo. O SporTV exibe todos os duelos destas quartas de final.

Além de Marcelo Courrege em Munique, Raphael De Angeli estará em São Petersburgo, na Rússia, para acompanhar Espanha x Suíça, na sexta-feira. No sábado, Marina Izidro confere em Baku, no Azerbaijão, o confronto entre Dinamarca e República Tcheca. Já Felipe Brisolla viaja a Roma, na Itália, onde Inglaterra e Ucrânia disputam, às 16h de sábado, a última vaga na semifinal. “A Eurocopa nestes tempos atuais ganhou uma importância absurda. A Copa do Mundo é a nossa referência e a Eurocopa tem muito dela em seu formato de disputa. É um torneio que está no cenário mais importante do futebol. É onde tudo funciona, tudo é perto, as cidades são estruturadas, e os estádios, impecáveis. E também onde atuam os principais nomes do futebol mundial. O nível é muito alto. A importância deste título cresceu demais ao longo das décadas”, ressalta Luis Roberto.

No podcast ‘Rodada Tripla’, já disponível no ge.globo, a Eurocopa também é assunto. Ana Thaís Matos, Bárbara Coelho e Amanda Kestelman conversam com os jornalistas Carlos Massari e Aurélio Araújo para debater situações no esporte que evidenciam realidades distintas, chegando até a geopolítica do Velho Continente. Como exemplo, citam o caso do atacante austríaco Arnautovic, suspenso após a Uefa considerar racista sua comemoração de um gol na fase de grupos.

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