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ID estreia nova temporada de Memórias Contra o Crime



Investigador aposentado e dono de memória fotográfica, Postiglione narra processos investigativos que ainda hoje servem de referência a
profissionais na ativa


Nesta quinta-feira, 6 de maio, às 21h20, Pat Postiglione retorna ao ID para reviver momentos emblemáticos de sua carreira como investigador na segunda temporada da série MEMÓRIAS CONTRA O CRIME (Deadly Recall). Cada um dos episódios parte dos depoimentos de Postiglione sobre um dos casos nos quais trabalhou para remontar o quebra-cabeças de achados e evidências que levaram a investigação a um final bem-sucedido.

Por 25 anos, Postiglione dedicou-se à elucidação de homicídios. Conhecido por sua memória fotográfica, ele guarda consigo detalhes das centenas de casos que ajudou a solucionar, convertendo-se em uma verdadeira enciclopédia do combate ao crime.

Em uma hora de produção que mescla registros oficias a dramatizações e entrevistas,  Postiglione relembra um caso diferente e narra as ações a ele relacionadas com suas próprias palavras – retornando às cenas dos crimes cuidadosamente reconstruídas pela produção e refazendo os percursos intricados das investigações, ele revive trabalhos complexos, que sempre tiveram como objetivo a justiça em honra das vítimas e em respeito aos familiares delas.

Postiglione diz que todos os casos ainda estão consigo, nas imagens que traz em sua memória – capaz de relembrar detalhes dos casos, ele enfatiza que a habilidade do investigador para encontrar e interpretar as evidências são elementos cruciais que fazem a diferença entre a solução de mais um crime ou mais um caso engavetado.

Colegas que trabalharam com ele e testemunhas também participam da série; são depoimentos que corroboram as memórias de Postiglione e aparecem junto a informações retiradas dos inquéritos, a falas de familiares e amigos das vítimas e materiais de arquivo – entre fotografias, áudios e vídeos.

Cada prova, cada indício, cada vítima ainda vive nas lembranças do investigador, em um arquivo que ainda hoje é visitado por detetives na ativa que buscam aconselhamento. “Não sei se isso é um dom ou uma maldição”, afirma Postiglione.

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